Olhares de Paulo Freire sobre una naturaleza en el libro Pedagogia do Oprimido
da adaptação à reinvenção do mundo
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v13.23342Palabras clave:
Perspectiva freireana, educación ambiental crítica, naturalezaResumen
Paulo Freire es una figura central de la educación ambiental, no sólo por su conducta ejemplar frente a la vida, la naturaleza y la sociedad, sino principalmente porque sus principales categorías político-pedagógicas, como la dialogicidad, la problematización y la concientización, sientan las bases para una educación ambiental comprometida con los segmentos sociales oprimidos. Este artículo tiene como objetivo investigar las dimensiones de la naturaleza presentes en la obra Pedagogía del Oprimido de Paulo Freire para fundamentar una educación ambiental humanizadora y crítica. Para ello, se centra en el segundo período de la vida del autor (1964-1979), que corresponde a su período de exilio, debido a la instauración de la dictadura cívico-militar en Brasil, que duró aproximadamente 16 años. De este momento destaca la obra Pedagogía del oprimido, escrita por Freire en 1968, mientras aún se encontraba en Chile. Este trabajo fue analizado a través del Análisis Textual Discursivo (ADT), que permitió el surgimiento de cuatro categorías fundamentales: a) Naturaleza como “mundo” de adaptación, b) Naturaleza como mundo de transformación, c) Naturaleza como dimensión de sentido de la experiencia humana y, d) Naturaleza como dimensión constitutiva y elemental del mundo. De este modo, Freire nos ayuda, a través de su diálogo amoroso con el mundo y considerando al otro como sujeto de su propia historia, a superar las dicotomías intensificadas por la crisis civilizatoria, que borra las subjetividades, materializa la violencia como política de Estado y niega la existencia de los seres humanos en la relación que establecen con la sociedad y la naturaleza.
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