Saberes indígenas en la Educación Ambiental
la articulación entre dimensiones éticas, estéticas y políticas
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v13.23350Palabras clave:
Cultura, Educación, NaturalezaResumen
Este artículo parte de la comprensión de que la crisis ambiental es resultado de las formas en que la sociedad moderna se relaciona con la naturaleza. Se sostiene la necesidad imperiosa de valorar los saberes de los pueblos indígenas, que han resistido y continúan resistiendo a los ideales civilizatorios, y que, a través de sus modos de vida, demuestran formas más saludables y equilibradas de ser y estar en la Tierra. A partir de un ensayo teórico, se aboga por una Educación Ambiental que valore por igual la sensibilidad y la criticidad, destacando la oportunidad de incorporar los saberes indígenas en los procesos educativos con el fin de desarrollar una conciencia tanto ecológica como política. Se presentan algunas propuestas de prácticas en Educación Ambiental buscando establecer un diálogo con los saberes indígenas, a través de la articulación de las dimensiones estética, ética y política, expresadas en tres pilares fundamentales: (1) la valoración del contacto con la naturaleza, (2) la descentralización de la perspectiva antropocéntrica, y (3) la organización colectiva en acciones políticas.
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