Educação Ambiental crítica na formação de professores de Pedagogia
diálogo com o ser eo fazer “EcoAtivo”
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v13.24370Palavras-chave:
Educação ambiental, Formação de professores, Pedagogia, Políticas educacionais, Transversalidade curricularResumo
O presente artigo deriva de uma pesquisa de mestrado que teve como objetivo analisar as formas pelas quais a Educação Ambiental tem sido integrada à formação dos discentes do curso de Pedagogia de uma universidade federal situada na Região Norte do Brasil. O estudo apresenta os principais resultados de uma pesquisa documental, de abordagem qualitativa, fundamentada na análise de legislações, documentos institucionais e projetos pedagógicos de curso, bem como em revisão bibliográfica de produções acadêmicas relacionadas à temática. A análise dos dados foi orientada pelo método hermenêutico-dialético, por compreender-se que este possibilita a interpretação crítica das contradições, mediações e limites presentes na formação inicial docente. Os resultados indicam que os documentos institucionais analisados preconizam a inserção da Educação Ambiental de forma transversal, interdisciplinar e articulada ao currículo. Entretanto, apesar das recomendações normativas, não se evidenciam diretrizes metodológicas ou estratégias pedagógicas que viabilizem a efetivação dessas orientações no processo formativo. Diante desse cenário, o estudo sugere que o diálogo com a base filosófica do Ser e Fazer EcoAtivo pode se constituir em uma estratégia formativa relevante para o fortalecimento de uma Educação Ambiental crítica, contextualizada e emancipatória no curso de Pedagogia.
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