Ecopedagogias queer e narrativas mais-que-humanas de uma comunidade de pessoas idosas LGBTI+ na Cidade do México
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v13.23431Palavras-chave:
Ecopedagogias queer, educação ambiental, LGBTI+, mais-que-humano, velhicesResumo
Diante do entrelaçamento ontoepistemológico entre a teoria queer e a educação ambiental, as ecopedagogias queer emergem como uma abordagem que desafia as normatividades e abre espaço para novas reflexões sobre identidade, sexo e sexualidade no campo ambiental—um tema que, na realidade latino-americana, ainda permanece amplamente silenciado. Este trabalho investiga a prática das ecopedagogias queer com Vida Alegre, uma comunidade de pessoas idosas LGBTI+ na Cidade do México, onde, por meio da escrita autobiográfica e autoficcional, emergem histórias dissidentes que revelam processos significativos de aprendizagem-ensino para a coabitação mais-que-humana no contexto urbano. Trata-se de uma proposta para trazer esses outros corpos ao centro do debate ambiental, contribuindo para queerizar nossas pesquisas e imaginar outros mundos possíveis onde viver, amar e morrer sejam experiências ancoradas na diversidade.
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